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Óculos de sol: entenda porque são indispensáveis também no inverno


Óculos de sol são fundamentais também nos dias nublados

” Posso deixar meus óculos de sol na gaveta agora que o inverno chegou?”
A resposta a essa pergunta é um sonoro NÃO. Os solares exercem a importante função de proteger os olhos da luz visível, da ação dos raios UVA e UVB e da claridade nos ambientes  – os dias frios chegam com o sol que não aquece, mas incomoda a visão. Outro ponto a destacar é o fato do Brasil ser um país tropical e encontrar-se em uma latitude na qual a incidência de raios solares não diminui tanto durante o inverno.

Os raios de sol atravessam as nuvens, mesmo nos dias nublados, nos atingem e representam um risco à saúde ocular. Os óculos de sol, por sua vez, ainda ajudam a proteger os olhos da ação do vento, barrando a entrada de poeira e detritos. Por isso, escolha um modelo bonito, mas acima de tudo que proteja seus olhos, evitando problemas mais sérios.

O ideal é que o oftalmologista também seja consultado quando da aquisição de óculos de sol, recomenda a Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Entre os malefícios da exposição ao sol sem proteção, estão o aparecimento precoce da catarata e doenças de retina, como a degeneração macular relacionada à idade (DRMI), que pode levar à cegueira.

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Dia do homem também é dia de cuidar da saúde

A data ainda é pouco conhecida no Brasil, mas a criação do dia internacional do homem ocorreu no dia 19 de novembro de 1999 em Trinidad e Tobago e foi apoiado pelas Nações Unidas, recebendo amplo apoio dos homens de várias partes do mundo, tendo como objetivos: melhorar a saúde do sexo masculino, melhorar a relação promovendo a igualdade entre gêneros e destacar papéis positivos desempenhados pelos homens.

No Brasil não se sabe bem o porquê 15 de julho é o dia nacional do homem, mas desde julho de 1993 a Pensão Jundiaí (formada por um grupo de amigos que se reúne mensalmente na terceira terça-feira de cada mês para jantar) comemora o “Dia Internacional do Homem”. Julho o mês escolhido, pois foi quando o homem chegou à Lua.

Segundo pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o Brasil apresenta maior número de pessoas do sexo feminino. Os homens vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres. Isso se dá devido à falta de atitudes preventivas, de não procurar regularmente um médico para a realização de exames que podem detectar possíveis problemas de saúde.

Dentre os problemas, a saúde ocular masculina merece atenção. O glaucoma – alteração na pressão intraocular, atinge, principalmente, homens acima de 40 anos e, por não apresentar sintomas, só é detectado com exames oftalmológicos. É uma doença lentamente progressiva e quanto maior a pressão do olho, maior a chance de lesão do nervo óptico, podendo levar à cegueira.

A catarata, nome dado à perda de transparência do cristalino (lente natural dos olhos), também está presente no público masculino, sendo facilmente tratada com cirurgia, devolvendo nitidez e maior qualidade da visão.

Uma série de doenças como diabetes, inflamações intraoculares ou malformações congênitas, traumas oculares ou uso de medicamentos podem determinar a ocorrência de catarata ou outra patologia. E isto não está diretamente ligado ao público masculino, mas em mulheres também. Portanto, homens e mulheres devem fazer uma avaliação oftalmológica pelo menos uma vez ao ano e não compartilhar colírios ou óculos.

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Herpes ocular: Crises devem ser tratadas imediatamente


O herpes ocular não tem cura e pode levar à perda de visão quando não tratado corretamente. Sensação de queimação nas pálpebras, inchaço ao redor dos olhos, ardência, vermelhidão, inflamação, infecção e lacrimejamento excessivo e involuntário são as manifestações mais comuns da doença causada pelo vírus ‘tipo 1′ do herpes simples – o mesmo que costuma provocar feridas e úlceras labiais quando a imunidade está em baixa.

A transmissão da doença, acontece através dos contatos do doente com outras pessoas, principalmente através das feridas nos lábios. A pessoa pode ser contaminada pelo vírus e não apresentar sintomas durante muito tempo. Por razões ainda indeterminadas, como episódios de baixa imunidade, febre, estresse intenso, exposição excessiva ao sol, cirurgias odontológicas ou alguns traumas, a doença pode surgir subitamente. O tratamento imediato com medicamentos antivirais faz com que o vírus do herpes pare de se multiplicar e de destruir as células epiteliais.

Mais da metade da população mundial já entrou em contato com o vírus ‘tipo 1′ do herpes simples. De acordo com os médicos, geralmente, ele se instala no organismo em idade infantil, por volta dos cinco anos. Quando não tratado pronta e apropriadamente, repetidas ocorrências dessas manifestações mais agressivas podem levar à perda de visão e, consequentemente, à cegueira, ainda mais se atingir camadas profundas da córnea.

Os meios mais utilizados para tratar todas as formas da doença incluem comprimidos e pomadas antivirais, antibióticos ou até mesmo cirurgias. Casos mais graves, que deixam cicatrizes, podem necessitar de transplante de córnea.

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Caminhada marca o Dia da Saúde Ocular

Dezenas de pessoas estiveram presentes na Caminhada do Dia da Saúde Ocular, neste domingo, no Parque do Sabiá.  O percurso de 5 km teve a presença de médicos, colaboradores e convidados que participaram da ação instituída para alertar a população para as práticas preventivas.  Estimativas da Organização Mundial de Saúde revelam que 180 milhões de pessoas em todo o mundo apresentam algum tipo de deficiência visual, dos quais cerca de 50 milhões são cegos.

A questão é que algumas patologias oftalmológicas são assintomáticas e outras, quando se manifestam, costumam estar em estágio avançado. Ainda falta informação para grande parte da sociedade.

A catarata, principal causa de cegueira no Brasil, é curável graças aos avanços no campo da microcirurgia. Outras doenças podem ser controladas a partir da detecção precoce e do acompanhamento especializado. São elas: glaucoma, degeneração macular relacionada à idade e retinopatia diabética.

Para os pequenos – É importante esclarecer também que toda criança deve realizar sua primeira consulta oftalmológica no primeiro ano de idade, mesmo que não apresente sintomas. Outro cuidado relevante, diz respeito às crianças em fase escolar. Algumas de até seis anos de idade podem apresentar sintomas de Olho Preguiçoso, a Ambliopia, que pode ser tratada se houver um acompanhamento oftalmológico. Os defeitos refrativos – miopia, hipermetropia e astigmatismo – também protagonizam a perda visual quando não são corrigidos no momento certo.

:::Para ver outras fotos, clique aqui.

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Baixa umidade do ar faz crescer Síndrome do Olho Seco

Com os dias frios e a baixa umidade do ar, os oftalmologistas alertam para o crescimento no número de casos de Síndrome do Olho Seco, doença crônica que afeta 10 % da população e é causada pela queda da quantidade ou da qualidade da lágrima.

As consequências são inflamações, cicatrizes ou afinamentos na córnea. Os principais sintomas do Olho Seco são:
sensação de areia nos olhos, ardor, queimação, irritação, olhos vermelhos, aversão à luz, visão borrada, lacrimejamento e embaçamento.

Esses sintomas são potencializados com o clima seco do inverno, além de outros fatores como ar condicionado e poluição. Assim como o excesso de sol pode trazer problemas à visão durante o verão, o inverno também exige certos cuidados com os olhos.

A Síndrome do Olho Seco é geralmente resolvida com a prescrição de lágrimas artificiais. Porém, é necessário passar por um oftalmologista para o diagnóstico com exames simples ou específicos que medem a produção de lágrima. Esta tem a função de transportar oxigênio para a córnea e de manter os olhos lubrificados, nutridos e protegidos contra infecções, pois apresenta em sua composição fatores imunológicos e antiinflamatórios que mantêm a superfície ocular íntegra.

O tratamento deve ser feito especificamente considerando as diversas causas da doença. A automedicação nunca é recomendada, afinal, colírio também é remédio.

A novidade são os colírios em forma de gel, cuja principal vantagem em relação aos líquidos é a maior absorção do conteúdo no interior dos olhos e o maior tempo de persistência na superfície ocular.

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Mudanças de temperatura causam alergia ocular


Irritação e coceira nos olhos confundem-se com a conjuntivite

Nesta época, os espirros e as tosses ficam mais comuns e as mudanças bruscas que a temperatura sofre no inverno agravam ainda mais as doenças respiratórias. Com isso, aumenta também os casos de alergias oculares.

Irritação, coceira, desconforto e sensibilidade para abrir os olhos, piorando em longos períodos de clima seco, são sinais de que seus olhos pedem avaliação de um oftalmologista. Não há prevenção e cura para uma alergia ocular, mas há tratamento à base de colírios antialérgicos e lubrificantes oculares para que os sintomas sejam amenizados.

Os médicos salientam o quanto é importante procurar um profissional assim que os sintomas começarem a surgir. Os sintomas de alergias oculares são muito parecidos com os da conjuntivite e pode haver informação equivocada caso o paciente tente diagnosticar por conta própria. O uso dos colírios, sem prescrição, pode complicar ainda mais as alergias.

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Canetas com ponteira laser podem provocar lesões à retina

Um artigo publicado no The New England Journal of MedicineRetinal Injuries from a Handheld Laser Pointer – tem chamado a atenção dos oftalmologistas pelo alerta que faz em relação a um comportamento juvenil, que assim como o vodka eyeballing, pode ser muito prejudicial à visão. O artigo de Martin Schmid, oftalmologista suíço, é um relator do caso sobre um adolescente que sofreu uma lesão ocular muito grave, enquanto brincava com uma caneta laser pointer verde de alta potência.

As canetas a laser são comumente usadas em salas de aula e são consideradas inofensivas e seguras. No entanto, a ponteira a laser pode causar lesões oculares graves, como as que sofreu o garoto de 15 anos, mencionado no artigo. O menino tinha encomendado uma destas canetas pela Internet para usar como um brinquedo: estourar balões, fazer furos em cartões de papel e no tênis da irmã… Vídeos com estes mesmos propósitos podem ser vistos no You Tube: http://youtu.be/1n40HYINEks.

A vida do garoto mudou quando ele estava brincando com a caneta a laser na frente de um espelho para criar um “show de laser”. Foi neste momento que feixes alcançaram seus olhos, por várias vezes. Ele imediatamente percebeu que sua visão ficou borrada, em ambos os olhos. Pensando que a perda visual seria transitória e com medo de contar a seus pais o que havia acontecido, ele esperou duas semanas, até já não poder mais disfarçar seu incômodo visual, até procurar um oftalmologista.

Ao ser examinado, os oftalmologistas perceberam que sua acuidade visual era tão baixa no olho esquerdo que ele só foi capaz de contar os dedos da mão a uma distância de 3 metros. Após os exames clínicos, uma fundoscopia revelou uma hemorragia sub-retiniana densa em sua mácula esquerda e várias cicatrizes redondas minúsculas no epitélio pigmentar da região foveolar de seu olho direito.

Quatro meses após o incidente, a função visual do rapaz permaneceu comprometida, mas melhorou para 20/32 no olho direito, restando apenas uma cicatriz ao lado do centro da fóvea no olho esquerdo, depois de ter recebido uma injeção intravítrea de ranibizumabe. (medicamento empregado no tratamento da Degeneração Macular Relacionada à Idade, problema comum na terceira idade).

Segundo os autores do artigo, as ponteiras a laser vendidas para o público, no passado, tinham uma saída máxima de 5 mW, considerada inócua ao olho humano. No entanto, a caneta a laser que provocou os danos à visão do adolescente tinha uma saída de laser de 150 mW.

O uso de lasers que podem ameçar o olho normalmente é restrito a ambientes profissionais e militares. Acidentes com este tipo de caneta, como o descrito no artigo científico, ainda são raros. No entanto, os oftalmologistas alertam que dispositivos a laser, com uma potência de até 700 mW, são facilmente comprados pela Internet. Numa pesquisa rápida em sites brasileiros é possível comprovar tal fato. Há registros de canetas, como a que provocou o acidente, com até 300 mW, ou seja, lasers de alta potência estão sendo comercializados como se fossem apenas “laser pointers”, produtos menos potentes. E além das canetas, os sites oferecem espadas a laser e outros dispositivos eletrônicos de alta potência como se fossem brinquedos.

Os consumidores destes produtos são, na verdade, vítimas potenciais destes ‘brinquedos perigosos’, pois não conseguem distinguir se um determinado laser é inofensivo ou perigoso à visão. E pela proliferação destes produtos na Internet, poderão ser registrados, num futuro próximo, muitas outras lesões oculares como a descrita no artigo de Martin Schmid.

Danos à visão

Como as luzes domésticas, os lasers são medidas em watts, mas a semelhança termina aí. Uma lâmpada incandescente de 100 watts produz cerca de cinco watts de luz visível, o laser de cinco miliwatts é apenas um milésimo tão poderoso. Mas a luz de uma lâmpada é difusa e a de um feixe de laser está concentrada, portanto, o efeito de cinco miliwatts no olho é 10.000 vezes mais intenso.

A forma como o olho focaliza intensifica a atuação do laser. A luz verde entra e vai direto para a fóvea, o centro da retina. O pigmento mais escuro na fóvea absorve a luz como o calor: rapidamente, elevando a temperatura da retina.

De acordo com os médicos, o grande perigo do manuseio indiscriminado deste tipo de objeto é que o laser de alta potência dá ao ser humano menos tempo para desviar o olhar antes que a lesão ocorra.  E quanto mais potente for o laser, mais danos oculares são causados em microssegundos.

No Brasil, ainda não há indícios de epidemia de lesões provocadas pelas canetas, mas com a circulação indiscriminada deste objeto, principalmente entre crianças e adolescentes, é preciso fazer o alerta sobre este potencial perigo aos pais e educadores.

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Prática de pingar vodca nos olhos pode levar à cegueira

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24 pessoas se candidatam a teste com células-tronco

Vinte e quatro pacientes se inscreveram para os primeiros testes clínicos voltados para o tratamento de dois tipos de cegueira com células-tronco, anunciou a companhia Advance Cell Technology, de Massachusetts (USA).

A FDA (agência reguladora medicamentos e alimentos dos EUA) deu luz verde, em janeiro, aos testes clínicos que tratarão uma forma de cegueira juvenil, conhecida como doença de Stargardt, e a cegueira por degeneração macular relacionada com a idade (DME), uma das principais causas de cegueira em maiores de 50 anos.

Agora que os primeiros pacientes se inscreveram, os testes começarão “em um futuro muito próximo”, disse um porta-voz da companhia.

“Estes testes marcam um passo significativo para um dos campos menos desenvolvidos e mais necessitados do nosso tempo, o tratamento de uma forma até agora incurável de cegueira e para as formas comuns de cegueira”, disse o líder das pesquisas, Steven Schwartz, da Universidade da Califórnia.

As células-tronco embrionárias são células mestras do corpo, capazes de gerar todos os tecidos e órgãos. Seu uso é controvertido porque muitas pessoas se opõem à destruição de embriões.

Fonte: Folha Online

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Olho seco: novos estudos identificam origem da doença

Milhares de pessoas do mundo inteiro sofrem de “olho seco”, doença que afeta principalmente mulheres com mais de 50 anos e costuma ser tratada com colírios específicos.

Mais do que controlar os sintomas, uma nova pesquisa realizada no Schepens Eye Research Institute (EUA) e publicada no Journal of Leukocyte Biology identificou células NK (natural killer) – um tipo de célula que promove inflamação ocular e desempenha importante papel na síndrome do olho seco. Trata-se da possibilidade de desenvolver medicamentos mais adequados para tratar o problema desde sua origem.

Mais comum do que se pode imaginar, a síndrome do olho seco atinge cerca de cinco milhões de norte-americanos acima dos 50 anos, principalmente do sexo feminino. No Brasil, a doença acomete cerca de 10% das mulheres nessa faixa etária, provocando vermelhidão, dor e sensação de haver areia nos olhos.

A síndrome do olho seco se manifesta de uma forma bastante agressiva para algumas pacientes, afetando a qualidade e a quantidade de lágrimas que normalmente lubrificam o globo ocular e permitem seu funcionamento normal.

Segundo os oftalmologistas, quando não tratada, a doença pode evoluir para ulceração da córnea ou, até mesmo, perda de visão.

Geralmente, os pacientes têm de fazer uso de lágrimas artificiais ou mesmo de pomadas, em casos mais graves. Nas estações mais frias do ano os cuidados devem ser dobrados, principalmente por quem mora em cidades com altos índices de poluição. Ambientes secos, com ar-condicionado, ou ainda as cabines pressurizadas dos aviões merecem atenção especial, já que contribuem para desestabilizar o filme lacrimal.

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