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Alergia ocular: um mal que atinge milhares de pessoas
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Alergia ocular: um mal que atinge milhares de pessoas

Alergia ocular é como qualquer outra alergia: simplesmente incomoda e ninguém quer ter. Mas você sabe como ela se manifesta? Um sintoma muito comum é a vermelhidão nos olhos, que pode significar muita coisa. Portanto, se este for o seu caso, e sintomas como vermelhidão associada à coceira, fotofobia (intolerância à luz) e lacrimejamento não sumirem dentro de alguns dias, o ideal é consultar o oftalmologista, pois ele é a pessoa indicada para cuidar de qualquer assunto relacionado ao globo ocular ou às regiões em sua volta.

Existem muitos tipos de alergia ocular: aquelas causadas por alguma substância químicas contidas em protetores solares ou maquiagem, ou também como reação à substâncias encontradas na natureza, como pólen, ácaros, etc. Se você sente coceira intermitente nos olhos e usa lentes de contato, o ideal é retirá-las até que o sintoma se acalme, pois, nesse momento, os olhos tornam-se muito sensíveis ao ataque de bactérias e fungos, que podem causar danos até mesmo irreparáveis.

O próximo passo é diminuir o contato com os alérgenos, mantendo a casa sempre limpa, principalmente quem tem animais domésticos, por causa dos pêlos. A nutrição também pode sofrer uma reorientação, se a alergia ocular for causada por substâncias contidas em alimentos.

Quem usa lentes de contato precisa cuidar regularmente da limpeza e conservação para garantir sua vida útil longe de microorganismo indesejáveis, além de cuidar da saúde dos olhos: afinal, são eles que estão em contato constante com os acessórios. Lavar as mãos sempre antes de colocar e retirar a lente é uma medida básica, por exemplo.

 

As alergias oculares exigem cuidados e atendimento médico, uma vez que podem estar associadas a doenças como ceratocone (doença não inflamatória da córnea que permite que a área central ou paracentral assuma forma cônica), catarata,e podem apresentar a ceratite herpética (doença infecciosa e imunológica) mais grave e de di­fícil tratamento. Independentemente do tipo de alergia ocular, é muito importante que o paciente busque o atendimento clínico. O diagnóstico da alergia ocular é basicamente clínico e o paciente deve ser orientado quanto à evolução de sua doença que pode ser crônica, recorrente, pode ou não desaparecer e, principalmente, que existem algumas medidas que podem diminuir a intensidade e frequência das crises.
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