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Saúde Ocular da Mulher
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Saúde Ocular da Mulher

Mulheres vivem mais do que homens. Fato comprovado estatisticamente pelo IBGE. Isso já explica por que as doenças oculares como catarata, degeneração macular e retinopatia diabética atingem o público feminino em cheio. Mas alguns problemas de visão são mesmo intrinsecamente mais prevalentes entre as mulheres.
 
Alterações hormonais durante a gravidez também podem ter como desdobramento alguns problemas de visão. Os sinais podem ser identificados através dos olhos em até 8% das gestantes, sendo provável que a paciente se queixe de perda temporária de visão, maior sensibilidade à luz, visão embaçada ou com formação de halos ou flashes. Na presença desses sintomas, principalmente se a paciente tiver histórico de hipertensão, o médico responsável pelo pré-natal deverá ser imediatamente comunicado, já que essa condição progride rapidamente e pode resultar em sangramento ou outras complicações .
 
A catarata também está relacionada à idade e, portanto, acomete muitas mulheres. Aos 80 anos, metade da população já desenvolveu a doença, que é a opacificação do cristalino. No Brasil, são diagnosticados 550 mil novos casos da doença por ano – impactando a autoestima, as condições socioeconômicas e os relacionamentos pessoais. Por isso, é importante prestar atenção a sintomas como diminuição gradual e progressiva da visão, dificuldade de se locomover à noite, enxergar os objetos em tons amarelados ou borrados e perceber halos ao redor de objetos luminosos .
 
É relevante também o fato de que as mulheres têm maiores taxas de doenças autoimunes como lúpus, artrite reumatoide e esclerose múltipla, sendo que todas essas condições geram impacto sobre a visão, podendo levar à cegueira. Dado que a perda de visão pode ser evitada em muitos casos, vale ressaltar a importância de se buscar ajuda especializada na presença dos sintomas de desconforto e dificuldade visual já citados.
 

A atenção dada à saúde ocular deve ser intensificada quando a mulher se aproxima da menopausa, uma vez que esse período é marcado por intensas alterações hormonais. Além dos sintomas mais comuns atribuídos a essa fase da vida, como as ondas de calor, insônia, mudanças de humor e diminuição da libido, podem ocorrer outros problemas que merecem atenção, tais como os problemas oculares. Durante o climatério, fase que envolve a pré-menopausa e pode se estender até um ano após a menopausa, a mulher pode desenvolver problemas oculares como a síndrome do olho seco, que tem como sintomas a visão nebulosa, sensibilidade extrema à luz e coceira nos olhos.  Além da síndrome do olho seco, outros problemas podem afetar essas mulheres, como a catarata, o glaucoma, “vista cansada” e a presbiopia (dificuldade de foco para perto) que podem surgir ou serem agravados pelas alterações hormonais.

Cabe às mulheres, independentemente da faixa etária, adotar um estilo de vida saudável para evitar problemas oculares mais graves. Nesse sentido, se alimentar bem, evitar sobrepeso e obesidade, além de praticar exercícios físicos e parar de fumar são atitudes fundamentais para quem deseja enxergar bem por muitos anos ainda.

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