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Tempo seco favorece a ocorrência de conjuntivite

A proximidade do verão e o tempo seco são um alerta para os casos de conjuntivite em Uberlândia. Dados da Secretaria Municipal de Saúde indicam um aumento em agosto deste ano em relação a janeiro, de 60,4% no número de pessoas que recorreram às Unidades de Atendimento Integrado (UAIs) com a irritação nos olhos.

No primeiro mês deste ano, foram 554 diagnósticos, enquanto, em agosto, o número de ocorrências subiu para 889.

Além de fatores climáticos, ambientes como piscinas, saunas e o próprio local de trabalho se estiver sem ventilação e com ar-condicionado em funcionamento facilitam a proliferação do vírus que provoca a inflamação da conjuntiva, membrana que reveste o olho. “O vírus afeta, em especial, pessoas que estão com o sistema imunológico baixo, algo comum neste período de tempo seco e altas temperaturas”, disse a oftalmologista Emiliana Santos Valadares.

Além da conjuntivite viral, há a bacteriana, que tem como característica o olho vermelho e muita secreção amarelada ou esverdeada. O tratamento deste tipo de conjuntivite se faz com uso de colírios antibióticos. Há ainda a conjuntivite causada por fungos. Esta ocorrência é rara, mas pode levar à cegueira se não tratada a tempo.

Duração da doença

A inflamação na garganta do editor de vídeo Victor Pereira de Melo, 34 anos, facilitou o contágio da conjuntivite. A manifestação se deu na última terça-feira (27), e a expectativa de Melo é de que a irritação termine nesta semana, pois a doença costuma durar entre sete e dez dias, mas pode demorar até quatro semanas para ser curada. “Ao acordar com uma secreção grossa que dificultou a abertura dos meus olhos que também lacrimejavam, percebi que estava com conjuntivite”, afirmou Melo, que teve a doença pela segunda vez neste ano.

Para evitar que a inflamação se propagasse, ele recebeu um atestado médico de sete dias e a recomendação de utilizar um colírio para diminuir os sintomas como olhos vermelhos com secreção. “Não há cura imediata para a doença, mas é possível adotar medidas que evitam a evolução da irritação”, disse a oftalmologista Emiliana Valadares.

Wellington teve a irritação nos olhos


O vendedor Wellington Araújo, 34 anos, teve desconforto duplo em relação à conjuntivite. Após dois dias de irritação no olho esquerdo, o vírus atingiu também a visão do lado direito. “Foram sete dias com a doença, que, desta vez, me prejudicou mais, pois afetou os dois olhos”, disse o vendedor, que teve a primeira ocorrência da doença há um ano.

Mesmo após o fim da irritação provocada pela segunda exposição ao vírus, Wellington Araújo ainda utiliza um colírio para garantir a lubrificação dos olhos. “Como trabalho em local fechado e com ar-condicionado ligado, o oftalmologista recomendou que eu continuasse o uso”, afirmou Araújo, que teve a conjuntivite curada em agosto deste ano e também teve que se afastar da empresa por sete dias no mesmo mês.

Oftalmologista alerta sobre riscos


Apesar de a conjuntivite ser uma das inflamações mais comuns entre as doenças oculares, a oftalmologista Emiliana Valadares afirmou que é preciso alertar as pessoas afetadas para que elas não subestimem os casos. “É comum a ocorrência por mais de uma vez. Por isso, muitos pacientes recorrem à automedicação, o que pode piorar o quadro da doença”, disse a médica.

Ao primeiro sintoma da conjuntivite, segundo Emiliana, a pessoa exposta ao vírus deve marcar uma consulta com um oftalmologista. “No caso da conjuntivite viral, ela nunca ocorre da mesma forma, pois cada caso se dá por um vírus diferente”, afirmou.

O uso de colírio sem indicação médica, ainda de acordo com Emiliana Valadares, pode diminuir a defesa do organismo e deixar o olho ainda mais propício à doença.

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Mudanças de temperatura causam alergia ocular


Irritação e coceira nos olhos confundem-se com a conjuntivite

Nesta época, os espirros e as tosses ficam mais comuns e as mudanças bruscas que a temperatura sofre no inverno agravam ainda mais as doenças respiratórias. Com isso, aumenta também os casos de alergias oculares.

Irritação, coceira, desconforto e sensibilidade para abrir os olhos, piorando em longos períodos de clima seco, são sinais de que seus olhos pedem avaliação de um oftalmologista. Não há prevenção e cura para uma alergia ocular, mas há tratamento à base de colírios antialérgicos e lubrificantes oculares para que os sintomas sejam amenizados.

Os médicos salientam o quanto é importante procurar um profissional assim que os sintomas começarem a surgir. Os sintomas de alergias oculares são muito parecidos com os da conjuntivite e pode haver informação equivocada caso o paciente tente diagnosticar por conta própria. O uso dos colírios, sem prescrição, pode complicar ainda mais as alergias.

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Mudanças de temperatura causam alergia ocular

Irritação e coceira nos olhos confundem-se com a conjuntivite

Os espirros e as tosses ficam mais comuns nesta época do ano. Além disso, as mudanças bruscas que a temperatura sofre no outono agravam as doenças respiratórias e as alergias oculares também aumentam.

Irritação, coceira, desconforto e sensibilidade para abrir os olhos, piorando em longos períodos de clima seco, são sinais de que seus olhos pedem avaliação de um oftalmologista. Não há prevenção e cura para uma alergia ocular, mas há tratamento à base de colírios antialérgicos e lubrificantes oculares para que os sintomas sejam amenizados.

Os médicos salientam o quanto é importante procurar um profissional assim que os sintomas começarem a surgir. “Os sintomas da alergia ocular são muito parecidos com os percebidos em outros tipos de conjuntivite e o uso de colírios por conta própria podem piorar o quadro”, completa Emiliana Valadares, oftalmologista do ISO Olhos.

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Conjuntivite diminui efeito de vacina contra gripe

Recomendação é tratar os olhos primeiro, para depois
buscar a imunização contra o influenza

Que vacina contra gripe evita a doença ou, pelo menos, reduz os sintomas ninguém duvida. Mas nem todos os vacinados têm esta garantia. De acordo com médicos oftalmologistas, a produção de anticorpos para combater a doença diminui a resposta do sistema imunológico contra o vírus da gripe. Desta forma, o efeito da imunização é praticamente anulado, por isso, é recomendado tratar os olhos primeiro, para depois tomar a vacina.

Os sintomas da conjuntivite viral são olhos vermelhos e irritados, coceira, pálpebras inchadas, secreção transparente e fotofobia (intolerância à luz). Ao primeiro sinal da doença devem ser aplicadas compressas de água gelada filtrada, mas se os sintomas não desaparecerem é necessário consultar um oftalmologista.

Efeitos colaterais

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam a vacina contra gripe não tem como efeito colateral a alergia ocular, afirmam os médicos. Isso porque, nos olhos os processos alérgicos são desencadeados por poeira, maquiagem, cosméticos, colírios ou soluções de limpeza para lentes. Entre alérgicos, só quem tem intolerância a ovos deve evitar a imunização.

No frio, o ressecamento ocular decorrente das doenças respiratórias tais como gripe, resfriado, rinite, sinusite, bronquite e asma, têm mais relação com as alterações na córnea e conjuntiva. Para minimizar o problema, a dica é evitar objetos de decoração que acumulem pó; fazer a faxina com aspirador e pano úmido.

Para evitar a recorrência de conjuntivite é recomendado:

- Lavar as mãos frequentemente
- Evitar tocar os olhos
- Não compartilhar objetos, maquiagem, colírio e toalhas
- Evitar aglomerações, beber bastante água
- Interromper o uso de lente de contato em caso de desconforto

Fonte: Divulgação

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Conjuntivite: Redobre os cuidados e evite o contágio

A conjuntivite pode ser causada por vírus ou bactérias, levando a quadros diferentes, que requerem tratamentos também distintos. Os sintomas são: presença de olhos vermelhos e lacrimejantes, dor persistente, sensação de que há areia nos olhos, dor ao olhar pra luz e pálpebras inchadas. No caso das bacterianas, há uma grande produção de secreção amarelada e, pela manhã, a pessoa acorda com as pálpebras “grudadas”.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de objetos contaminados (toalhas, travesseiros, lenços) e dissemina-se rapidamente em ambientes como escolas ou creches. O tratamento da conjuntivite bacteriana é feito com uso de colírios de antibiótico. No caso das viróticas, o tratamento consiste em lavagem e manutenção de cuidados de higiene.

“Para prevenir essa doença, o ideal é que sejam mantidos hábitos de higiene adequados, já que o verão é época da disseminação de conjuntivites”, enfatiza Maria do Carmo Monte, oftalmologista do ISO Olhos.

Para prevenir, a médica lista os seguintes cuidados: evite coçar os olhos; use lenços descartáveis, quando necessário; use travesseiros individuais; evite usar objetos de pessoas com a doença; evite piscinas com água não tratada e o uso de lentes de contato nessas situações.

  • Após contrair a doença…
• Lave com frequência o rosto e as mãos.
• Troque as toalhas ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos.
• Não compartilhe toalhas de rosto.
• Troque as fronhas dos travesseiros diariamente.
• Lave as mãos antes e depois do uso de colírios ou pomadas.
• Não use lentes de contato enquanto estiver com conjuntivite.
• Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza.
• Evite coçar os olhos para diminuir a irritação.
• Evite aglomerações ou piscinas de academias ou clubes.
• Evite a exposição a agentes irritantes (fumaça).
  • Atenção aos sintomas:
Sintomas: Procure um oftalmologista se tiver um ou mais…
• Olho vermelho;
• Lacrimejamento;
• Sensibilidade à luz (fotofobia);
• Secreção;
• Íngua próximo à orelha.

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Bom Dia Minas: Capacete protege visão do motociclista

Clique na imagem para assistir a entrevista com Dra. Maria do Carmo Monte sobre o risco de não usar a viseira do capacete.

Para continuar lendo sobre o assunto, clique aqui.

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Prática de pingar vodca nos olhos pode cegar

Jovens estão usando bebida como colírio

A moda do “vodca eyeballing” consiste em pingar vodca nos olhos como se a bebida fosse um colírio. Os adeptos, que na maioria são jovens, acreditam que o álcool chegaria mais rápido à corrente sanguínea, potencializando seus efeitos. Ou seja, eles ficariam embriagados em um curto espaço de tempo.

No entanto, a prática está preocupando oftalmologistas, pois em contato com o olho, a bebida causa dor e vermelhidão e pode causar conjuntivite, inflamações na retina e até danos irreversíveis como a cegueira.

O “vodca eyeballing” teria nascido em Las Vegas, mas se espalhou rapidamente por meio da internet  pelo resto dos Estados Unidos, pela Europa e agora pelo Brasil. Apenas no YouTube, há mais de 5 mil vídeos do tipo.

Ouça a notícia no portal do Ministério da Saúde.


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Olho vermelho requer cuidados

As causas mais comuns de olho vermelho estão relacionadas à conjuntivite, úlcera de córnea, glaucoma agudo, uveíte anterior e hemorragia subconjutival.

O uso inadequado de lentes de contato, a diminuição das horas de sono e todos os tipos de conjuntivite são outras causas comuns de olho vermelho (hiperemia crônica).

Caso seja identificada a vermelhidão, isto é um sinal que pode ser manifestação de diferentes problemas e não somente sinônimo de conjuntivite, conforme crença popular.

Somente o oftalmologista poderá realizar o exame e diagnosticar o que é expressado pelo olho vermelho. Portanto, não use medicamentos sem antes consultar um médico.

Confira outras causas que deixam o olho vermelho:

- Erro de refração não corrigido;
- Todos os tipos de conjuntivite;
- Olho seco ou sensação de corpo estranho no olho;
- Doenças palpebrais;
- Doenças da córnea;
- Estrabismo latente;
- Tumores;
- Uveítes anteriores,
- Hemorragias;
- Glaucomas e
- Traumas.

Não faça auto-medicação, clique aqui e agende sua avaliação oftalmológica.

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Motociclistas deixam de usar a viseira do capacete

Por TV Integração

O respeito às leis de trânsito não passa apenas por uma direção segura ou defensiva. Significa também usar todos os equipamentos obrigatórios de segurança. Em Uberlândia, muitos motociclistas ignoram isso e deixam de usar um equipamento essencial: a viseira do capacete.

É lei, mas pelas ruas é difícil encontrar quem segue a determinação e deixa a viseira do capacete fechada. A maioria prefere trocar a segurança por um vento no rosto.

Juracir Neto, que é mototaxista há quatro anos, já passou aperto por andar com a viseira aberta. “A gente fica atrás dos ônibus, caminhão, vai um monte de coisa nos olhos’, conta. Nos dias quentes ele recorre aos óculos escuros para se proteger, mas não é o correto.

Pela resolução do Conselho Nacional de Trânsito, óculos de grau ou de sol não substituem a viseira ou os óculos especiais que devem ser usados quando o capacete não tem a proteção. Andar sem esse cuidado pode trazer riscos. O vento direto nos olhos causa ressecamento e a poeira no ar pode ainda levar a uma conjuntivite.

Os problemas podem ser maiores, segundo a oftalmologista Maria do Carmo Monte, principalmente quando pedras ou insetos cruzam o caminho. E ela avisa que a proteção pode ser ainda mais reforçada com viseiras que têm proteção contra raios ultravioletas.

Além de colocar em risco a saúde quem pilota moto sem a viseira do capacete ou óculos de proteção adequados leva multa de R$191, sete pontos na carteira, suspensão do direito de dirigir e recolhimento da carteira de habilitação.

Para assistir a matéria completa clique aqui.

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Previna-se da conjuntivite

Com a chegada do inverno, torna-se mais comum a conjuntivite. Assista a entrevista com Dra. Ticiana Correa, médica do ISO Olhos, e saiba mais sobre os cuidados e tratamentos.

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